snowflakes_by_winterwonderlandream-d5vbqqgO que é um gene?

É um chip. Então, no nosso corpo, as nossas células são disquetes, e o nosso corpo físico, psico-emocional, é um computador de seis milhões de células – eu não sei como é as contaram, mas é o que dizem – onde há milhares e milhares de disquetes de programação, que vão dar ordens às células do cérebro, do coração, do fígado, etc.

Têm noção da complexidade e ao mesmo tempo da simplicidade? Isto tem um lado maravilhoso. Nicolas Tesla já o dizia: “Nós somos computadores, máquinas de energia livre, e as almas encarnam através destas máquinas feitas pela Mãe Terra para expandir o corpo de Deus através do desconhecido.” Porque é que eu disse isso? Porque os 90% do filamento de ADN que não codificam nada eram até aqui apelidados pelos cientistas de “junk DNA”, quer dizer, um ADN sem valor.
Dito de outra forma, o Criador teria criado fantasias, ter-nos-ia posto milhares de fiozinhos que não servem para nada. De facto, porque nos disseram isso? Porque o segredo está aqui. É nesta parte intrínseca, que não codifica nada, que se encontram as geometrias fractais que vão mudar a maneira como os bancos de dados se vão construir na parte codificadora.

Estas geometrias fractais foram mesmo assim reconhecidas pelos cientistas e, às vezes, foram publicados artigos em revistas vendidas em livrarias. É através destas geometrias que a alma, no interior, pode transmitir na genética o seu fardo cármico, as suas memórias, que vão ser imprimidas nas células. É com isto que os guias, o Eu superior, e eventualmente os anjos também – não interessa a sua espécie ou nível de consciência – comunicam com os corpos vibratórios e transmitem mensagens através de uma linguagem geométrica.

Aquilo em que eu acredito, é que as entidades que não são do nosso mundo material densificado – poderíamos dizer então que estão na anti-matéria – não se correspondem com uma linguagem feita de palavras, com vírgulas, particípios passados e advérbios, mas com uma linguagem geométrica. Isto quer dizer que pomos todo um conhecimento numa forma geométrica, enviamo-la em direcção ao outro, e à velocidade da luz o outro recebe o conhecimento que se vai adaptar à sua própria consciência. Neste caso não há risco de repetição do conhecimento do outro, compreendem? Então, não há o risco da relação professor/aluno. O outro integra em si, com a sua consciência, o seu próprio conhecimento e não o do outro. Por outras palavras, ele não é o cão que vai comer as migalhas que lhe atiram. Já vivemos isso e já nos foi muito proveitoso.

in “Água Diamante Uma Consciência” de Joël Ducatillon

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